
- Eu só quero ir almoçar fora! Não é muita coisa! - gritei de volta para minha mãe no carro enquanto voltava para casa depois do colégio.
- Claro que é! Eu quero minha filha almoçando comigo! Não é muita coisa! - berrou minha mãe depois de xingar um outro motorista inocente que quase bateu no nosso carro - na verdade minha mãe quase bateu nele, mas esse é um detalhe descartável quando se está em um carro dirigido por minha mãe, ainda mais quando está estressada -. Minha família tem essa mania de gritar um com o outro no convívio diário, então não se assustem pensando que eu e minha mãe estávamos nos matando - apesar de estarmos quase -...
- Eu posso almoçar com você todos os outros dias do ano, mas AMANHÃ eu quero almoçar junto com meus amigos, no restaurante que fica a duas quadras do colégio. - parei para tomar ar e começar a defesa como advogada da ré, eu - Eu poderia estar pedindo para usar drogas, para pintar o cabelo de azul e sair pelada pela rua, eu poderia estar pedindo um celular, ou até uma blusa linda que vi em uma loja linda ontem - comecei o assunto para depois do almoço pedir a blusa - mas eu estou pedindo isso? NÃÃÃO! Eu estou pedindo um simples almoço! É dinheiro? Eu pago com minha mesada! - por favor, diga que não é dinheiro...! -
- Eu pago um colégio particular para você, é claro que a questão não é dinheiro. - "Aposto que se fosse você iria fazê-la pagar do mesmo jeito..." falou uma voz dentro de minha mente que achei estranhamente parecida com a do pato Donald. "É claro que iria, a idéia era fazer parecer que ela está querendo tanto ir que até gastaria a mesada, é uma boa tática, parabéns Bruna!" falou outra voz.
- Pois é. - falei alto respondendo as duas ao mesmo tempo.
- Hmm. - concordou minha mãe - então você desiste?
- Hei, esse "Pois é" não era pra você! Vamos terminar a conversa lá em casa. - bufei - antes que você atropele aquele pobre ciclista - adicionei em tom casual.
- Uau, você enfim está pensando nos outros! - Disse minha mãe orgulhosa.
- Não, ele é super gatinho mesmo - "Mas que cara de pau!" gritou pato Donald. "O que? É mesmo!" gritei de volta inconscientemente enquanto chagávamos em casa.
"Você está sendo egoooooístaa!" Cantou Donald... "Eu sooou egoístaaa!" cantei de volta. "Ela só está seguindo uma tendência, ô Sr. certinho, quase todos na idade dela são assim!" falou a outra voz um tanto quanto estressada. "Uau, fui com sua voz, voz estranha!" acho que estávamos começando um dialogo de vozes do além - que sem noção isso, não pretendo contar a ninguém -. "Eu sou sua MÁ consciência que te da razão nos seus MAUS pensamentos e idéias...!" falou a voz estressada novamente. "Isso não foi confortante.." Comentei.
- Voltando ao assunto do carro, como você quer merecer ir almoçar sozinha, se nem no colégio você tem responsabilidade? - perguntou minha mãe depois de ter ido à sala para um telefonema e voltado para almoçar.
- Hmmm? - perguntei tentando expulsar as malditas vozes da minha mente.
- Fiquei sabendo que a senhorita foi pega colando em uma prova. - Sim, eu realmente colei. Sim, eu FUI pega colando. E sim, a primeira coisa que pensei depois disso FOI um palavrão.
"Donald, Cara Mau, cadê vocês?!", mas nada respondeu, então tive que encarar tudo sozinha.
- Ãhn. São incidentes, juro que não vi a professora atrás de mim - droga, piorei a situação - mas eu sabia o conteúdo, sabia mesmo! - "mentiiira" cantou Donald "Ah, agora você está ai desgraçado?" - Só que me deu um branco, e não queria zerar a prova! Mas nunca vai se repetir - "Nossa, você daria uma boa advogada!" comentou Cara Mau, que também tinha voltado.
- Espero mesmo que não! - pigarreou mamãe - sabe Bruna, pensei muito sobre o que você disse no carro e, você tem razão. Você só está me pedindo para almoçar com os amigos a duas quadras do colégio... Que mal há nisso, não é mesmo? Conversei com seu pai enquanto você estava no banho, e nós resolvemos deixar você ir... Mas que isto não se torne um habito mocinha!
- Mãe, eu já falei que te amo hoje?
No dia seguinte fui almoçar com meus amigos logo depois da aula, e isso é tão divertido que poderia fazer o mesmo todos os dias da semana, mas, isso é um assunto para ser tratado mais adiante, quando minha mãe não estivesse dirigindo - afinal, quantos caras gatos de bicicleta ela poderia atropelar? - e eu não for pega colando em alguma prova... Depois do almoço fomos ao shopping fazer compras, gastei com o cartão de crédito da minha mãe, mas claro, ela não precisa saber desse detalhe totalmente descartável. "Você é realmente cara de pau, isso é repulsivo!" bufou Donald de algum cantinho escuro da minha mente, e quer saber? SOU CARA DE PAU MESMO! Ouviu essa seu patinho metido e fanho?! Hãm, continuando. Claro que não vou me reclamar se me chamarem de consumista, sou e admito. Afinal, se a maioria dos adolescentes não fosse o comércio não seria todo voltado aos jovens. Se me chamar de sem limites? Acredito que até certo ponto sou sim. Individualista? Com certeza. Mas um dia isso vai passar e vou xingar os jovens pelas mesmas coisas, então, porque não aproveitar enquanto estou no lado bom da história? "É isso ai garota!" gritou Cara Mau que mais uma vez apareceu de repente "Ah, você só pode ser a minha consciência mesmo, sem duvidas..." respondi. Bom, a questão é que ser chamado de sem limites é uma coisa bem relativa. Quando não estabelecem limites para nós cumprirmos, temos que fazer os nossos próprios, e todos veem que isso não funciona muito... Então... Ai Meu Santo dos Sapatos Caros! Que linda Melissa! E que cara! Hmm. Já continuo com o pensamento... - alguns minutos depois com a sandália já comprada. -
Onde eu estava mesmo? Não lembro. "Eu desisto de você!" Donald revoltou-se. "Não me deixe Donald, você é irritante, mas é legaaaal!".
O telefone tocou, era minha mãe.
- Er, mãe, lembra daquela blusa linda?
- Claro que é! Eu quero minha filha almoçando comigo! Não é muita coisa! - berrou minha mãe depois de xingar um outro motorista inocente que quase bateu no nosso carro - na verdade minha mãe quase bateu nele, mas esse é um detalhe descartável quando se está em um carro dirigido por minha mãe, ainda mais quando está estressada -. Minha família tem essa mania de gritar um com o outro no convívio diário, então não se assustem pensando que eu e minha mãe estávamos nos matando - apesar de estarmos quase -...
- Eu posso almoçar com você todos os outros dias do ano, mas AMANHÃ eu quero almoçar junto com meus amigos, no restaurante que fica a duas quadras do colégio. - parei para tomar ar e começar a defesa como advogada da ré, eu - Eu poderia estar pedindo para usar drogas, para pintar o cabelo de azul e sair pelada pela rua, eu poderia estar pedindo um celular, ou até uma blusa linda que vi em uma loja linda ontem - comecei o assunto para depois do almoço pedir a blusa - mas eu estou pedindo isso? NÃÃÃO! Eu estou pedindo um simples almoço! É dinheiro? Eu pago com minha mesada! - por favor, diga que não é dinheiro...! -
- Eu pago um colégio particular para você, é claro que a questão não é dinheiro. - "Aposto que se fosse você iria fazê-la pagar do mesmo jeito..." falou uma voz dentro de minha mente que achei estranhamente parecida com a do pato Donald. "É claro que iria, a idéia era fazer parecer que ela está querendo tanto ir que até gastaria a mesada, é uma boa tática, parabéns Bruna!" falou outra voz.
- Pois é. - falei alto respondendo as duas ao mesmo tempo.
- Hmm. - concordou minha mãe - então você desiste?
- Hei, esse "Pois é" não era pra você! Vamos terminar a conversa lá em casa. - bufei - antes que você atropele aquele pobre ciclista - adicionei em tom casual.
- Uau, você enfim está pensando nos outros! - Disse minha mãe orgulhosa.
- Não, ele é super gatinho mesmo - "Mas que cara de pau!" gritou pato Donald. "O que? É mesmo!" gritei de volta inconscientemente enquanto chagávamos em casa.
"Você está sendo egoooooístaa!" Cantou Donald... "Eu sooou egoístaaa!" cantei de volta. "Ela só está seguindo uma tendência, ô Sr. certinho, quase todos na idade dela são assim!" falou a outra voz um tanto quanto estressada. "Uau, fui com sua voz, voz estranha!" acho que estávamos começando um dialogo de vozes do além - que sem noção isso, não pretendo contar a ninguém -. "Eu sou sua MÁ consciência que te da razão nos seus MAUS pensamentos e idéias...!" falou a voz estressada novamente. "Isso não foi confortante.." Comentei.
- Voltando ao assunto do carro, como você quer merecer ir almoçar sozinha, se nem no colégio você tem responsabilidade? - perguntou minha mãe depois de ter ido à sala para um telefonema e voltado para almoçar.
- Hmmm? - perguntei tentando expulsar as malditas vozes da minha mente.
- Fiquei sabendo que a senhorita foi pega colando em uma prova. - Sim, eu realmente colei. Sim, eu FUI pega colando. E sim, a primeira coisa que pensei depois disso FOI um palavrão.
"Donald, Cara Mau, cadê vocês?!", mas nada respondeu, então tive que encarar tudo sozinha.
- Ãhn. São incidentes, juro que não vi a professora atrás de mim - droga, piorei a situação - mas eu sabia o conteúdo, sabia mesmo! - "mentiiira" cantou Donald "Ah, agora você está ai desgraçado?" - Só que me deu um branco, e não queria zerar a prova! Mas nunca vai se repetir - "Nossa, você daria uma boa advogada!" comentou Cara Mau, que também tinha voltado.
- Espero mesmo que não! - pigarreou mamãe - sabe Bruna, pensei muito sobre o que você disse no carro e, você tem razão. Você só está me pedindo para almoçar com os amigos a duas quadras do colégio... Que mal há nisso, não é mesmo? Conversei com seu pai enquanto você estava no banho, e nós resolvemos deixar você ir... Mas que isto não se torne um habito mocinha!
- Mãe, eu já falei que te amo hoje?
No dia seguinte fui almoçar com meus amigos logo depois da aula, e isso é tão divertido que poderia fazer o mesmo todos os dias da semana, mas, isso é um assunto para ser tratado mais adiante, quando minha mãe não estivesse dirigindo - afinal, quantos caras gatos de bicicleta ela poderia atropelar? - e eu não for pega colando em alguma prova... Depois do almoço fomos ao shopping fazer compras, gastei com o cartão de crédito da minha mãe, mas claro, ela não precisa saber desse detalhe totalmente descartável. "Você é realmente cara de pau, isso é repulsivo!" bufou Donald de algum cantinho escuro da minha mente, e quer saber? SOU CARA DE PAU MESMO! Ouviu essa seu patinho metido e fanho?! Hãm, continuando. Claro que não vou me reclamar se me chamarem de consumista, sou e admito. Afinal, se a maioria dos adolescentes não fosse o comércio não seria todo voltado aos jovens. Se me chamar de sem limites? Acredito que até certo ponto sou sim. Individualista? Com certeza. Mas um dia isso vai passar e vou xingar os jovens pelas mesmas coisas, então, porque não aproveitar enquanto estou no lado bom da história? "É isso ai garota!" gritou Cara Mau que mais uma vez apareceu de repente "Ah, você só pode ser a minha consciência mesmo, sem duvidas..." respondi. Bom, a questão é que ser chamado de sem limites é uma coisa bem relativa. Quando não estabelecem limites para nós cumprirmos, temos que fazer os nossos próprios, e todos veem que isso não funciona muito... Então... Ai Meu Santo dos Sapatos Caros! Que linda Melissa! E que cara! Hmm. Já continuo com o pensamento... - alguns minutos depois com a sandália já comprada. -
Onde eu estava mesmo? Não lembro. "Eu desisto de você!" Donald revoltou-se. "Não me deixe Donald, você é irritante, mas é legaaaal!".
O telefone tocou, era minha mãe.
- Er, mãe, lembra daquela blusa linda?
##################################
A postagem só foi postada agora porque somos bichinhos burros *-* E porque sou uma pessoa muito estudiosa - finge ok? - p.s.: mãe, te adoro por me fazer estudar tanto ♥ - finge +1 -.
O.K. Só pra não perder o habito...
Comentem como se cada comentário valesse um ovo de páscoa atrasado - seus gordos -, em outras palavras: SE MATEM COMENTANDO NEGADA! - por favor... ? *-* -
Boas espinhas seus interesseiros :)
- Vick.


se cada comentario eh um ovo de pascoa, pod conta sempre cmg, sempre vou deixar um comentario aqi :D ameei o texto vic, e carol, a foto ta mt mara *-* amo vcs minhas 22k's
ResponderExcluir